segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

NASA identifica eclipse que pode confirmar data da morte de Cristo

20/04/2025 2223 visualizações
NASA identifica eclipse que pode confirmar data da morte de Cristo
Pesquisas conduzidas por cientistas da NASA indicam que, no dia 3 de abril do ano 33 d.C., um eclipse lunar pode ter sido visível sobre Jerusalém — data que muitos estudiosos atribuem à crucificação de Jesus Cristo. O fenômeno, que teria deixado a lua com coloração avermelhada logo após o pôr do sol, está sendo revisitado à luz de passagens bíblicas e apócrifas que descrevem eventos dramáticos ocorridos naquele dia.

A agência espacial americana destacou, em seus modelos astronômicos, que o eclipse teria ocorrido justamente em uma sexta-feira, o que coincide com os relatos bíblicos da morte de Cristo. Versos como os de Atos 2:20 e Joel 2:31 mencionam o céu escurecido e a lua como sangue, dando margem a interpretações que agora encontram possível respaldo na ciência moderna.

A ideia não é recente. Os pesquisadores da Universidade de Oxford, Colin Humphreys e W. Graeme Waddington, já haviam proposto a teoria nos anos 1990, e ela tem ganhado força novamente após menções em reportagens internacionais. A NASA, com sua tecnologia de rastreamento celestial, identificou que o eclipse lunar realmente teria sido visível a partir de Jerusalém na data sugerida.
Além dos Evangelhos canônicos, textos apócrifos como o chamado Relatório de Pilatos também mencionam sinais sobrenaturais. “O sol escureceu, as estrelas surgiram e a lua parecia sangue”, diz o manuscrito. Já o Evangelho de Mateus (27:45) descreve trevas cobrindo a terra “do meio-dia às três da tarde”.

Para os estudiosos, tais registros podem ter descrito, ainda que poeticamente, o impacto visual causado por eventos atmosféricos e astronômicos raros — como eclipses e tempestades — percebidos como manifestações divinas.
Se por um lado não há consenso entre teólogos e astrônomos, por outro, essa convergência entre ciência e fé tem despertado o interesse de pesquisadores e fiéis em todo o mundo. A teoria continua sendo estudada, mas levanta uma possibilidade intrigante: a de que os céus, de fato, tenham registrado um dos momentos mais marcantes da história cristã.