quinta-feira, 16 de abril de 2026

Imagens aéreas mostram ato de Bolsonaro esvaziado neste domingo (29)

30/06/2025 2195 visualizações
Imagens aéreas mostram ato de Bolsonaro esvaziado neste domingo (29)

Imagens aéreas capturadas pela GloboNews no ato de Jair Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (29/6), mostram uma concentração baixa de bolsonaristas quando o ex-presidente já estava no trio elétrico por volta das 14h30. Até o momento, não há uma contagem oficial de quantas pessoas estiveram na manifestação.

 

O ato foi convocado por Bolsonaro com apoio do pastor Silas Malafaia para protestarem contra o julgamento de uma suposta trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). O ato tem como lema “Justiça já”, e durante os discursos os bolsonaristas reclamaram da condução do processo pelo ministro Alexandre de Moraes.

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho 02 do ex-presidente, disse que o pai não está sendo submetido a um julgamento justo. “Ele está sendo submetido a uma inquisição e juiz que atua como parte, não é juiz, é um perseguidor. E essa aberração jurídica nós não vamos aceitar. Está faltando equilíbrio e bom senso no nosso país”, afirmou.

O ato do ex-presidente contou com a presença de dezenas de autoridades como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Também estiveram no trio elétrico de Bolsonaro deputados e senadores do seu campo.

Tarcísio, favorito para assumir o espólio eleitoral de Bolsonaro em 2026, uma vez que o ex-presidente está inelegível até 2030, fez as principais críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o governador paulista, a gestão petista “destruiu” o legado bolsonarista em apenas dois anos e sete meses.

Porém, ele atribuiu a Bolsonaro atos que foram feitos por outras gestões ou que não foram de competência do ex-presidente, como a criação do Pix pelo Banco Central. “Foi Bolsonaro que saneou as estatais, que não aceitou acordos políticos, que levou água para o Nordeste, concluiu obras paradas, criou o Pix, salvou empresas com o benefício emergencial. Dois anos e sete meses foram o suficiente para jogarem tudo na lata do lixo”, disse.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho 02 do ex-presidente, disse que o pai não está sendo submetido a um julgamento justo. “Ele está sendo submetido a uma inquisição e juiz que atua como parte, não é juiz, é um perseguidor. E essa aberração jurídica nós não vamos aceitar. Está faltando equilíbrio e bom senso no nosso país”, afirmou.

O ato do ex-presidente contou com a presença de dezenas de autoridades como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Também estiveram no trio elétrico de Bolsonaro deputados e senadores do seu campo.

Tarcísio, favorito para assumir o espólio eleitoral de Bolsonaro em 2026, uma vez que o ex-presidente está inelegível até 2030, fez as principais críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o governador paulista, a gestão petista “destruiu” o legado bolsonarista em apenas dois anos e sete meses.

Porém, ele atribuiu a Bolsonaro atos que foram feitos por outras gestões ou que não foram de competência do ex-presidente, como a criação do Pix pelo Banco Central. “Foi Bolsonaro que saneou as estatais, que não aceitou acordos políticos, que levou água para o Nordeste, concluiu obras paradas, criou o Pix, salvou empresas com o benefício emergencial. Dois anos e sete meses foram o suficiente para jogarem tudo na lata do lixo”, disse.

“O Brasil não aguenta mais a desfaçatez, não aguenta mais o gasto desenfreado, não aguenta mais a corrupção. O Brasil não aguenta mais o PT, é por isso que a gente quer ver fora o PT. E nós vamos dar essa resposta no ano que vem”, emendou o governador paulista.

 

“O Brasil não aguenta mais a desfaçatez, não aguenta mais o gasto desenfreado, não aguenta mais a corrupção. O Brasil não aguenta mais o PT, é por isso que a gente quer ver fora o PT. E nós vamos dar essa resposta no ano que vem”, emendou o governador paulista.